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Em reunião com presidente do Banco Central, Bertaiolli diz ser preciso fomentar novos negócios, ampliar os existentes e criar empregos

Notícias 24 de novembro de 2021

A retomada da economia brasileira, a recuperação da confiança no País e o incentivo ao setor privado foram os temas discutidos durante a reunião do vice-presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e deputado federal, Marco Bertaiolli, com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. 

O encontro ocorreu na noite desta terça-feira (23/11) e foi realizado pela Mobilização do Fomento ao Empreendedorismo, da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE). Senadores e deputados marcaram presença. 

Bertaiolli, ao abrir o encontro, destacou a importância de debates sobre os caminhos a favor da retomada da economia brasileira.  Para ele, é necessária a construção de um ambiente de negócios que dê mais segurança jurídica e credibilidade aos investidores. “Precisamos de incentivo aos investimentos e previsibilidade jurídica, econômica, fiscal e política”, ressaltou. 

Coordenador-geral da FPE, Bertaiolli salientou que o Brasil não vai crescer com recursos públicos e uma das soluções apontadas pelo parlamentar é o incentivo ao setor privado, que está lastreado em credibilidade e tem como objetivo central a aceleração do crescimento do país. 

Na avaliação do vice-presidente da Facesp, a economia se fortalece, quando se fomenta novos negócios, amplia os existentes e cria empregos. “Essa é a tríade que faz a máquina girar”. 

“Ao presidir o encontro, reforcei que o Banco Central tem um papel fundamental nos próximos meses para dar previsibilidade ao Brasil e resgatar a segurança jurídica e credibilidade, passos indispensáveis para atrair investimentos e gerar mais empregos. Nosso País precisa de nomes como o de Campos Neto, competentes e capazes de liderar em meio aos desafios que temos à frente”, disse. 

CRESCIMENTO 

O presidente do Banco Central apresentou dados da economia e destacou que a projeção de crescimento é de 2,1%, porém, apontou que o risco fiscal e a alta de juros pressionam a economia. 

“O Banco Central elevou de 4,6% para 4,7% a projeção de crescimento da economia brasileira em 2021. Embora alguns fatores contribuam com a retomada econômica, também há aqueles que restringem o ritmo de recuperação”, afirmou Campos Neto, ressaltando que a desaceleração causada pela pandemia e o aumento de níveis de confiança no mercado brasileiro devem refletir no desenvolvimento brasileiro. 

Campos Neto apresentou fatores que podem contribuir positivamente para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022. Ele ressaltou que o papel do Banco Central é “acolher o investidor, divulgar os aspectos econômicos, bem como fortalecer a economia brasileira onde o interesse na retomada de investimentos prevaleça”. 

“Para melhorar as contas fiscais, devemos continuar no caminho das reformas”, reforçou o dirigente ao destacar a necessidade e a importância dos investimentos do setor privado. Ele pediu apoio dos parlamentares às reformas econômicas.

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