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Associação Comercial de Mogi pede suspensão do bloqueio da passagem da rua Doutor Deodato

Notícias 04 de janeiro de 2022

 

 
Associação Comercial de Mogi pede suspensão do bloqueio da passagem da rua Doutor Deodato
Entidade participou de reunião nesta quinta-feira com o prefeito Caio Cunha

A Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC) pede a suspensão do fechamento da passagem de nível da rua Doutor Deodato Wertheimer, anunciado pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) para o dia 2 de janeiro. A diretoria da entidade ressalta que o bloqueio do trecho, sem investimentos e obras que possibilitem o acesso seguro e com o conforto dos usuários, trará inúmeros prejuízos aos comerciantes da região. A ACMC participou nesta quinta-feira (30) de uma reunião com o prefeito Caio Cunha para discutir o assunto e aguarda um encontro que a administração municipal terá com a CPTM no próximo dia 6.
Desde a implantação do complexo viário Jornalista Tirreno Da San Biagio, na região central, o bloqueio do trecho vem sendo discutido, e de lá para cá, a ACMC participou de várias reuniões para discutir o assunto e apoiar os comerciantes. Agora, foi pega de surpresa com o anúncio feito pela CPTM nesta semana.
A presidente da ACMC, Fádua Sleiman ressalta que a decisão tomada de maneira abrupta pela CPTM afetará os comerciantes que atuam em ambos os lados da passagem. “Esse não tem sido um período fácil para o comércio, ainda estamos enfrentando os impactos da pandemia de Covid-19, e agora, recebemos essa notícia”, destacou.
A diretora do Conselho Consultivo da ACMC, Tânia Fukusen Varjão, representou a entidade na reunião desta quinta-feira com o prefeito, o secretário municipal de Desenvolvimento, Gabriel Bastianelli e vereadores. “Existe um grande número de comerciantes neste trecho da rua Doutor Deodato Wertheimer, alguns acabaram de renovar seus aluguéis e outros fizeram investimentos em seus pontos. A decisão de fechamento não pode ser tomada de uma hora para outra. Isso trará prejuízos, especialmente, para os pequenos negócios”, ressaltou. Um abaixo-assinado com mais de mil assinaturas foi criado pelos comerciantes da área para pedir a suspensão do fechamento. 
O vice-presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), o deputado federal Marco Bertaiolli, se posicionou contra o fechamento do trecho e lembrou que a medida só poderia ser tomada pela CPTM após obras de melhorias prometidas pela companhia. “Desde 2010, a cidade espera da CPTM a construção da nova Estação Central, recuada para a altura do Terminal de Ônibus e a instalação de escadas rolantes para a travessia de pedestres, inclusive na passagem da Doutor Deodato. Mogi não é uma ilha isolada do mundo e não pode ficar à mercê de decisões unilaterais e arbitrárias, sem qualquer diálogo com a cidade e suas necessidades”, argumentou.

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