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Para manter mercado ativo na luta contra a covid-19, EUA destinam à economia volume maior de recursos que o gasto durante todo o Plano Marshall

Notícias 24 de julho de 2020

Para manter a economia ativa na luta contra a crise gerada pela pandemia da covid-19, os Estados Unidos já destinaram aos principais setores produtivos cerca de sete trilhões de dólares. O volume de recursos é maior que todo o montante encaminhado pelos norte-americanos durante a execução do plano de recuperação europeia, após a Segunda Guerra mundial, conhecido como Plano Marshall. 

O programa de ajuda econômica aos países da Europa Ocidental durou cinco anos (1947 - 1951) e gastou aproximadamente 100 bilhões de dólares, em valores corrigidos. O que representa apenas 1,4% do total repassado em aproximadamente cinco meses de pandemia. 

A comparação foi uma das informações repassadas durante a segunda webinar da série sobre Negócios nos EUA, que tratou o “Mercado imobiliário e investimentos financeiros nos EUA”. O evento é uma parceria entre a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), a consultoria Oxford Group e a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade - InvestSP. O ciclo de seminários virtuais ocorre às quintas-feiras, sempre às 17 horas. A participação é gratuita.  

Os sete trilhões de dólares é o valor somado do repasse feito pelo governo americano e pelas administrações de condados e de cidades. Somente o governo federal foram seis trilhões. 

O repasse estadunidense é maior que a previsão de gasto previsto pela União Europeia. Vinte e sete líderes concordaram em mobilizar 750 bilhões de euros (cerca de 870 bilhões de dólares) aos mercados financeiros. 

Na avaliação de Carlo Barbieri, presidente da consultoria Oxford Group, todo este recurso expressivo já resulta em sinais claros que a economia americana terá uma retomada consistente e rápida. “Em junho houve aumento de 7,5% no varejo, a venda de imóveis residenciais subiu 17% e o nível de desemprego caiu de 13,5% para 11,1%”, informou. 

“Este é o momento que inspira a internacionalização dos negócios. Não é deixar o Brasil, mas planejar um investimento estruturado nos EUA, seja via mercado imobiliário, que registra crescimento acima ou na média histórica, ou via fundos de investimentos, que oferecem mais de oito mil tipos diferentes”, disse Barbieri. 

O segundo seminário virtual contou com a presença do vice-presidente da Facesp, Farid Murad, da coordenadora da área de exportação da InvestSP, Elisabete Carvalho, e com a participação do cônsul-geral do Brasil em Miami, João Mendes Pereira. 

PROGRAMAÇÃO DAS WEBINARS 

30/07: Exportar para os EUA: Mercados (Mais viáveis), Economia, Costumes, Pessoas, Preparação e Cautela, como entrar no mercado  

06/08: Quadro de Oportunidades; como obter recursos para desenvolver seu negócio nos EUA 

13/08: O que muda na Imigração para os EUA – possibilidades e dificuldades.  

A participação gratuita. É necessário se inscrever no link: https://bit.ly/2WtYQAN.

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